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O brinquedo da minha amiga

Um conto erótico de Andreia CD
Categoria: Heterossexual
Data: 11/10/2018 01:51:13
Nota 10.00

Olá, quero compartilhar uma história que me aconteceu há alguns anos e que foi marcante demais nesse minha vida de crossdresser anônima.

Ocorreu há quatro anos atrás, quando eu tinha 26 anos. Eu morava no interior de Minas e nessa época já tinha várias fantasias com vestimentas femininas. Sempre que possível dava um jeito de experimentar alguma calcinha que estivesse de bobeira. Adorava visitar a casa de minhas tias, porque sempre conseguia usar as roupas das minhas primas e até de uma das minhas tias que era mais nova.

Nessa época eu trabalhava e estudava. Ralava o dia inteiro e depois ainda ia pra faculdade. Entre os estudos e o trabalho sempre tinha um tempinho pra curtir com algumas amigas, mas uma em especial: Evelyn.

Evelyn era um pouco mais velha que eu, bem resolvida, solteira e independente. Nós trabalhamos um tempo juntas, mas depois ela mudou de empresa, e foi ser gerente em uma grande empresa da cidade. Apesar disso, como ainda estudávamos juntas, mantivemos um relacionamento muito próximo. Ela morava sozinha, tinha uma casa bem legal que comprou com a grana de uma herança. Vez ou outra eu passava a noite na casa dela, principalmente quando saíamos pra beber e ela não permitia que eu voltasse pra casa sozinha de madrugada.

Apesar da nossa amizade eu nunca tive coragem de confessar para Evelyn os meus segredos. Ficava com medo de que ela me rejeitasse ou algo assim. Ela era pra mim como uma musa inspiradora, se eu fosse uma mulher eu queria ser como ela. Além das características de personalidade, Evelyn era uma bela mulher. Morena, um pouco mais alta que a média, ruiva, seios médios e quadril largo. Andava sempre bem vestida, e muito perfumada. Quando eu ia até a sua casa sempre dava um jeito de ir ao banheiro e experimentar alguma calcinha que por ventura estivesse por lá. Mas nada mais que isso.

Um dia Evelyn me ligou durante o trabalho e me disse que precisava de um favor meu, e que esperava que eu não lhe dissesse não. Na hora fiquei até preocupada, não entendi nada. Então ela explicou direito. A empresa em que ela trabalhava estava fazendo uma atualização da parte de gestão e por isso iam implantar um sistema de gerenciamento novo. Só que ela iria precisar viajar para outra cidade parra um treinamento, onde teria que ficar por 10 dias. Nesse período sua casa teria que ficar fechada. Até aí eu não entendia onde eu entraria. Ela então me pediu para que durante o seu período de viagem ficasse tomando conta de sua casa, pois estavam ocorrendo muitos assaltos e arrombamentos de residências na cidade. E como a casa dela ficaria fechada ela estava com medo de que pudesse ser roubada. Eu teria apenas que passar a noite na casa, pois durante o dia era seguro. A preocupação dela era com a casa vazia à noite.

Para me motivar ela disse que a geladeira estava abastecida e que eu poderia ficar no quarto dela e aproveitar a TV gigante que ela tinha comprado a pouco tempo. Não tinha como recusar o pedido dela, até porque não seria um peso na minha rotina, era apenas dormir lá.

Ela viajou na segunda-feira de manhã e só iria retornar na quinta-feira da semana seguinte. Já na segunda à noite eu fui pra casa dela depois da aula. Nessa época eu estava trabalhando muito e a faculdade sugava o restinho da minha energia à noite, então assim que cheguei na casa dela as únicas coisas que consegui fazer foi tomar banho, comer e ir pra cama. E assim foi até a quinta-feira. Eu não tinha forças pra nada.

Na sexta-feira eu não teria aula, e como estava de bobeira resolvi ir mais cedo pra casa de Evelyn. Chegando lá fiz o que estava doido pra fazer desde o primeiro dia, mas que ainda não tinha conseguido pelo extremo cansaço: explorar sua gaveta de lingerie. Antes de mergulhar no guarda-roupas da minha amiga eu me precavi, conferi se as janelas eram a prova de vizinhos bisbilhoteiros e coisas do tipo. Afinal, eu não queria que ninguém soubesse que eu estava na casa da minha amiga usando as roupas dela sem permissão. Abri o guarda-roupas e fiquei meio chateado. A gaveta de calcinhas dela não estava tão recheada como eu esperava. Numa outra ocasião eu tinha visto ela dobrar e guardar suas roupas, e sabia que a gaveta de calcinhas era bem sortida. Mas ainda assim tinham várias peças lindas, de muitos modelos, cores e tecidos.

Meus olhos brilhavam, sentia meu coração até um pouco acelerado, não sabia o que experimentar primeiro. Dei uma olhada tentando achar algo que me completasse, que despertasse mais ainda meu instinto feminino que já estava totalmente aflorado. Achei uma calcinha vermelha de cetim, não era dessas que fica enfiada, cobria um pouco mais o bumbum. Arranquei rapidamente a bermuda que ainda estava vestindo e junto dela a cueca. Fui até o espelho e me deleitei com a minha imagem usando aquela bela peça. Me olhei de todos os ângulos, e percebi o quanto ficava bem com aquela lingerie.

Diferente de outas cds eu não curto muito usar sutiãs, como sou mais magra e não tenho peito acho que fica estranho, não me sinto à vontade. Deitei na cama e fiquei vendo tv um pouco. Levantei e resolvi ver se tinha alguma outra peça pra vestir. Experimentei algumas camisolas, vesti outras calcinhas e acabei ficando com a vermelhinha que tinha escolhido primeiro. Decidi que ficaria com ela e que iria dormir vestida. Como a minha amiga ainda ia demorar uns dias pra voltar eu poderia usar as roupas e depois lavar e colocar tudo de volta no lugar. Tomei um cuidado especial de fotografar o guarda-roupas antes de mexer, assim eu poderia deixar tudo como estava antes, e não correr o risco de Evelyn descobrir que eu fuçava nas coisas dela. Uma coisa que eu já sabia é que as mulheres não gostam que mexam nas suas coisas, especialmente nessas tão íntimas. Aquela coisa de ficar tirando e colocando lingeries, experimentando o que melhor se encaixava no meu corpo acabou me deixando com muito tesão. Meu pau ficou todo babado, e chegou a marcar na calcinha. Aproveitei e bati um boa punheta vestido com a calcinha que tinha escolhido. Depois tomei um banho, lavei a calcinha e botei pra secar dentro do banheiro. Pra dormir escolhi outra, dessa vez uma dessas de cintura alta, que pressiona a barriga. Incrível como a pressão do tecido dá uma sensação gostosa.

A minha grande surpresa aconteceu quando eu ia fechar o guarda-roupas. Como eu tinha puxado a gaveta onde ficavam as calcinhas até quase o fim eu vi uma coisa diferente na gaveta debaixo. Na hora pensei: Será que é o que eu estou pensando? Empurrei rapidamente a primeira e puxei a segunda gaveta, onde Evelyn guardava camisolas e pijamas. No fundo da gaveta, por baixo de uma camisola repousava um belo pinto de borracha, preto, como aqueles que se vê nos sexshops. Nessa hora meu coração acelerou, minhas mãos começaram a suar, até minhas pernas balançaram.

Não era a primeira vez que eu via ou tocava num pinto de borracha. Mas não esperava que fosse encontrar um desses nas coisas de Evelyn, que apesar de não ser careta não aparentava ser tão soltinha. Pois bem, peguei o brinquedinho e sentei na cama. Fiquei olhando por alguns minutos para ele, imaginando tudo o que Evelyn já poderia ter feito com aquele pedaço de borracha. E depois fiquei delirando, pensando em tudo o que eu poderia fazer. Tive que procurar uma régua pra medir o tamanho daquele negócio. Achei uma na mesa do computador, media 18 cm da ponta até a base. Não tinha a parte do escroto, mas tinha uma ventosa, que servia pra prender o consolo em alguma superfície.

Nessas horas a gente deixa de agir racionalmente e só responde ao instinto. Meu corpo estava pedindo pra receber aquele objeto em seu interior. Por mais estranho que possa parecer, eu sentia meu cuzinho piscar intensamente. Parece que eu estava ficava molhada de tesão, pronta pra ser arrombada por aquela coisa.

Procurei na gaveta e não encontrei nada que pudesse servir de lubrificante. Foi meio broxante, mas eu não queria arriscar usar aquele consolo sem a devida preparação. Eu precisava aproveitar essa experiência com tudo o que tinha direito. Relutante guardei o consolo na gaveta e fui dormir, ou pelo menos tentar.

No dia seguinte planejei tudo o que iria fazer. De manhã fui a uma farmácia e comprei KY para garantir a minha festinha solo. Aproveitei pra comprar dois aparelhos de barbear. Depois disso passei a tarde contando os minutos para ir pra casa de Evelyn. Quando cheguei fui logo tratar de me preparar. Fiz uma boa depilação, raspei tudo entre a região da cintura e os joelhos. Depois de ficar lisinha fiz a limpeza do canal retal, pra que nada atrapalhasse meu momento de prazer.

Pra ficar completa faltava escolher a lingerie, e para aquela noite precisava ser algo mais interessante. Me lembrei de que há um tempo atrás Evelyn comentou com uma amiga nossa que tinha comprado um conjunto de cinta-liga e espartilho, mas não estava na gaveta. Dei uma vasculhada no guarda-roupas e acabei encontrando, dentro de uma dessas caixas tipo porta-jóias. Eu adoro usar lingerie, mas não me fazia me sentir mais feminina que usar espartilho e cinta-liga. O conjunto dela era branco, tinha uma calcinha de renda, meia 7/8, e o espartilho com alguma transparência. Deu algum trabalho pra fechar o espartilho, esses colchetes nas costas não ajudam.

Devidamente trajada e preparada eu estava pronta para me entregar de corpo e alma ao consolo de Evelyn. Peguei-o na gaveta, e fui para a cama. Deitei de barriga para cima e abri as pernas. Puxei de lado a calcinha e fui devagarinho lubrificando o buraquinho por onde o mastro iria passar. Fiz uma boa preliminar e depois de alguns minutos estava pronta pra ser preenchida. Besuntei o consolo com o gel e posicionei na porta do meu cuzinho que a essa altura estava piscando e implorando pra ser fodido. Virei-me de frente para o espelho para aproveitar cada ângulo daquela cena. Iniciei a pressão, não sei se pela adrenalina ou se pelo excesso de força a primeira investida doeu um pouco. Recuei, respirei fundo e fui de novo. Fiquei circulando o meu buraquinho com a ponta do consolo e em seguida comecei a empurrá-lo para dentro. Assim que a cabeça penetrou senti uma explosão de prazer, estava louca pra aproveitar cada milímetro daquele pau.

Depois de alguns movimentos meu cuzinho já estava acostumado com o volume, e já recebia melhor o invasor. Com a mão por entre as pernas, parei de prestar atenção no espelho e fiquei só fazendo os movimentos de vai e vém. Cada vez mais rápido, mais intenso e mais profundo. Meu corpo respondia na mesma intensidade, eu rebolava meio inconscientemente garantindo que aquela rola alcançasse lugares nunca antes tocados.

Resolvi mudar de posição e experimentar outro jeito. Desci da cama e posicionei o consolo na beirada, e de costas fui descendo até encontrar a rola, meu cuzinho rapidamente a engoliu, e sem causar sofrimento logo estava com o caralho inteiro metido na minha bunda. Com as mãos eu abria a bunda para que a rola pudesse ir até o fundo. Pena que esta posição cansa muito rápido, minhas pernas não aguentaram o sobe-desce. Tive que mudar de novo.

Aí eu já estava aceitando que era uma completa devassa submissa, e que meu destino era ter um orgasmo com aquele cacete no meu rabo. Peguei o consolo e prendi na beira da cama, e me coloquei de quatro em frente a ele. Indo para trás como uma cadela no cio eu tentava alcançar aquela rola e consumí-la com meu rabo. Assim que me ajeitei na posição iniciei a movimentação indo para frente e para trás. A cada vez que ia para trás eu tentava empinar ao máximo minha bunda, assim conseguia engolir cada pedacinho daquele brinquedo maravilhoso. Fiquei pouco tempo nessa posição e comecei a sentir meu corpo dando sinais de que viria o gozo. Eu continua indo e vindo naquele cacete, a essa altura o som que era produzido não deixava nada a desejar para os filmes pornôs que eu assistia. Isso só aumentava o tesão. Senti finalmente meu corpo todo tremer e o meu rabo fazer uma grande pressão no caralho metido nas minhas entranhas. Parei de me movimentar e só senti, desfrutei aquele momento incrível. Meu pau jorrava uma porra grossa, que inundou a calcinha que estava usando. Demorei um pouquinho pra sair daquela posição, minha bunda parecia não desgrudar do caralho de borracha. Não tinha forças pra mais nada. Apenas deitei no chão e fiquei me recuperando.

Depois de um tempo me levantei, limpei toda a bagunça que tinha feito, lavei as roupas e o brinquedo de Evelyn. Ainda usei-o por mais dois dias antes que ela voltasse de viagem.

Espero que ela não tenha desconfiado de nada. Estou aguardando ela ser promovida e ter que viajar de novo.

Comentários

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  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
13/10/2018 10:56:41
Uaau! Maravilhoso
12/10/2018 03:11:01
Perfeito. Já tive minha fase assim, hj falta oportunidade!!!
11/10/2018 11:35:10
Muito excitante.




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