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Disse que no cu não ia doer, mas doeu sim!

Um conto erótico de Heloisa
Categoria: Heterossexual
Data: 03/10/2018 19:59:24
Última revisão: 16/10/2018 09:15:44
Nota 9.90

Deixa eu comer teu cuzinho, deixa.

Eu nua, me lavando no box. Era meu primo, também nu, pedindo pela enésima vez. Acariciando de forma cobiçosa minha bunda carnuda e empinada. Cansada de tanto dizer não, perguntei:

- Você não desiste mesmo, hein Guto! Porque essa insistência?

- É que eu fico louco vendo tua bunda, Helô. O teu marido nunca quis meter nessa bunda?

- Já. Já quis e tentou. Doeu tanto que eu desisti. Nunca dei e nem vou dar, tá?

- Doeu porque ele não sabe comer um cu. Os gays dão, muitas mulheres dão e gostam. Aí vai de quem vai comer. Se fizer com jeitinho não dói não. Dói bem pouquinho só na primeira vez. Você vai gostar, eu garanto!

- E a tua mulher dá?

- Você conhece a Valéria. Sabe como ela é quadrada. Trepa por obrigação. Regula pra dar a buceta, imagine então o cu.

Esse tipo de conversa, eu tive várias vezes com Gustavo, meu primo. Quem leu meu conto anterior, sabe como nos tornamos amantes. Foi a mulher dele que reclamou da ¨coisa¨ grossa dele. Que era muito tarado. Bem diferente do meu marido que parece meio enjoado e quase não me procura na cama.

Saímos do banheiro e fomos para a cama. Cama de motel, nosso ninho para fugir dos olhares indiscretos. Me deitei com a bunda para cima, apoiando o tronco nos dois cotovelos para assistir um pornô que passava na TV. Sei que a visão deixa os homens maluquinhos.

Meus cabelos castanhos escuros contrastando com a pele lisa, branquinha. Falsa magra, coxas grossas e bunda empinada. Quase trintona, mas, com tudo em cima. Seios médios e rosto que dizem bonito, todavia, por ser casada, não posso mostrar.

Gustavo, não ficou indiferente. Com o falo duro, inchado. Anatomia grossa que incomodava a esposa dele. Que agradava por me preencher inteira quando ia até o fundo. Me fazia abrir bem a boca para colocá-lo dentro dela.

Sempre fazíamos oral. Eu nele. Depois, ele em mim. Que deixava minha boceta molhadinha, a ponto de escorrer. Pronta para receber o rolo de carne quente, espesso e rombudo. Só que desta vez era diferente. Após a mamada na xana, ele me fez virar e beijou ali, nas pregas do cu.

Dava linguadas causando sensações esquisitas, diferentes. A língua áspera e úmida circulava o botãozinho e em seguida, ia fundo nas entranhas do meu cu. Nem percebi quando ele tinha pegado um preservativo e sachê de gel. Encapou o dedo indicador, lubrificou com gel, despejou no anel do cu e enfiou o dedo. Dei uma remexida no quadril, sei lá se pelo desconforto ou pelo inusitado da ação.

- Que você está fazendo? Perguntei.

- Calma, relaxa. Só sinta, tá? Você vai ver como é gostoso.

O dedo entrava e saia. Mais gel e agora depois os dedos médio e indicador. Ficou assim brincando, sem nada dizer. Eu apenas surpresa deixando acontecer. Mais gel. Senti que entrou forçado, passando pelas camadas apertadas.

Era agora três dedos, o médio, indicador e o anular. O entra e sai até que estava agradável. Só não estava bom quando ele afastava os dedos, alargando as paredes anais.

Jogou mais gel na entradinha. Me pegou pela cintura fazendo ficar de quatro e sem pedir, foi tentando me enrabar. O contato da ponta aumentou a tensão. A cabeçorra forçava causando pressão no anelzinho, mas não entrava.

Quando ele empurrava, escorregava para fora. E assim foi, colocando na entradinha, empurrando. A penetração não acontecia. De forma inconsciente pelo instinto de auto preservação, eu contraía o esfincter.

Não sabia o que fazer. Se deixava ou não. Para ser sincera, até que queria um pouco, para saber como é. Por outro lado, o medo da dor me aterrorizava. Ainda mais que a vara dele era grossa. Muito grossa. Ia rasgar meu buraquinho atrás. Decidi parar com aquilo.

- Não vai dar, Guto. Pára, não quero, tá?

- Calma, Helô. Só um pouquinho, viu. Deixa eu por só um pouquinho para você sentir como é. Pra eu sentir como é meter nesse cu apertadinho. Só um pouquinho, tá, só um pouquinho...

Caiu de boca novamente no meu cu, trabalhando com a língua. Com a boca ficava empurrando saliva ali dentro, querendo aumentar a lubrificação. Parecia possesso, como um cão que lambe a fêmea desesperado para emprenhá-la. A sensação era bem doida, que embotava meu raciocínio. Mais uma vez eu quis desistir:

- Chega, Guto. Aí vai doer. Põe na xaninha, põe.

Meu primo já arfava, cochichando no meu ouvido:

- Olha, Helô. Não dói não. Vamos fazer o seguinte: Eu seguro o PAU e você vem empurrando a bunda pra trás. Assim você controla. Você vai ver que não dói não. Pra entrar só um pouquinho, tá?

Eu vacilava. Achava que não ia aguentar tudo aquilo. Parte de mim me incentivava a seguir em frente. Ele também insistia:

- Só um pouquinho, vai...

Fui afastando a bunda para trás, forçando ao encontro dele. Dava para sentir a diferença de diâmetro do buraco que ia receber com a grossura da tora que queria entrar. Movimentei o quadril para os lados, para frente, para trás e... Entrou!

A vista até escureceu. Soltei um urro de dor. Nossa! Sei lá se mais ardia, queimava ou doía. Guto tinha forçado e tinha entrado um bom tanto. Foi de uma vez só. Me debati tentando escapar e ele segurou com força. Quanto mais eu me mexia, só fazia o pau que estava atolado justo, forçar as laterais do cu. Ele procurava me acalmar:

- Relaxa, Helô. Relaxa, respira...

Que relaxar que nada! Eu já chorando implorava:

- Tira, vai tira! Tá doendo demais, tira!

Ele parecia não ouvir. Sem atender meus apelos, só fazia com que eu permanecesse imóvel, engatada no seu pau grosso.

- Pronto, só entrou um pouquinho. Não vou por mais, tá? Deixa ele dentro que a dor logo passa. Relaxa...

Ficamos assim, eu de quatro com o cu invadido pela rola nem sei quanto. Parados, quietos. Para mim pareceu uma eternidade. As pregas latejando, como tivessem sido rasgadas. A dor vinha como pontadas. Nem percebi que estava diminuindo de intensidade.

O safado aumentava a pressão, fazendo a vara ir cada vez mais fundo dentro das minhas carnes. Protestei:

- Pára! Já chega! Você falou que não ia por mais! Já chega!

- Só mais um pouquinho, Helô. Você é bem apertadinha, sabe? Só mais um pouquinho. Você vai ver como é bom.

Me levando na conversa do ¨Só mais um pouquinho... Já vou tirar...¨ Foi penetrando mais e mais. Às vezes doía e eu soltava meus ¨Áis... Chega, tira!...¨, enquanto chorava de forma soluçante. Quando percebi, ele já estava puxando e empurrando.

Começou metendo devagar. Cada vez mais fundo. Deve ter entrado tudo, porque senti suas bolas batendo nos lábios da boceta. Aquela ardência causava um prazer nunca sentido. Eu gemia ao ritmo das socadas e sem perceber, estava rebolando, colaborando com a enrabada.

Deu vontade de tocar uma siririca. Mas não tive ânimo para fazer. Tinha perdido noção do tempo em que ele ficou comendo meu rabo. Metendo à vontade. Socando pra valer com tudo. Ele gemia, fungava atrás no meu pescoço. Eu gemendo, meio choramingando. Ele nem aí, só fodendo. Até que passou a gritar:

- Vou gozar! Vou gozar! Ahhhhhhhhh!!!!

As mãos segurando meu quadril, apertando como garras, até que ele estocou forte, o mais fundo até então e parou por completo. Senti a explosão de gala enchendo meu cu. Inundando em esguichos que saiam a cada pulsada que o PAU dele dava.

Totalmente entregue me deixei cair na cama, com ele por trás, soltando todo seu peso em mim. Fiquei assim, ainda um tempo, empalada. Não conseguia nem me mexer. O pau deve ter amolecido um pouco. Meu cu ardendo ajudou a expulsar o invasor. Quando a cabeçorra saiu, foi um alívio só. Ficou piscando sem parar.

Andando até o banheiro, conforme o passo, sentia ainda dores. Meu cu parecia estar em fogo. Ardência quente que vinha de dentro e virava dor na entrada. Nem imagino como deve ter ficado o botãozinho. Um buracão só!

Meu primo anda louco para comer meu cuzinho de novo. Eu vivo negando. Ele diz que a segunda vez dói bem menos. Quase nada. Já fui nessa conversa uma vez. Sei não.

Já não me lembro bem da dor. Se foi tão forte assim. Agora tenho impressão que foi até gostoso em certos momentos. Estou disposta a fazer com meu marido. A coisa dele é bem mais fina. Ou alguém assim. Vou aguentar bem mais fácil. Dizem que quando é bom vicia...

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FOTOS: Quem não viu minhas fotos, deixe e-mail nos comentários para a divulgação enviar. Beijos.

Comentários

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16/10/2018 10:06:42
Me manda muitoshow93@gmail.com
16/10/2018 09:23:49
Para conseguir a cobiçada bunda, sempre exige certa arte na negociação. As mulheres sabem e exploram isso, daí o termo ¨fazer cu doce¨. Brilhante narrativa de anal, com conteúdo excitante. Leva minha nota máxima.
16/10/2018 07:45:26
Muito bom mesmo-Eu pra consegui anal com minha esposa tive que ir ao extremo
15/10/2018 23:32:13
Delicia, hein? Este rabo deve valer ouro. nerddapoloazullistrada@gmail.com
15/10/2018 19:26:20
Sensacional!
15/10/2018 17:56:12
NÓ, ESTOU TENDO UM TROÇO DE TANTO TESÃO, HELOISA! TEU CONTO É BOM PRA DEDÉU. FIQUEI LOUCO AQUI DE VONTADE DE FURUNFAR CONTIGO, COMENDO ESSE CUZINHO GOSTOSO. NOTA MIL!
15/10/2018 17:03:17
Adorei! Mas espero que você tenha realmente sentido prazer. Prepare-se pois ainda vou escrever algo relacionado na saga"Eita!". Bjs
15/10/2018 09:28:40
Que delicia, gozei horrores leosantos-19@hotmail.com
14/10/2018 06:39:03
Adoro seus contos!renatooval2@gmail.com
14/10/2018 00:54:32
Que anal irado, Heloisa. Me deixou de barraca armada, tesão. Vc escreve muito bem. Beijo, beijo e beijo.
14/10/2018 00:11:45
Maravilhoso parabéns, um dia ainda faço assim com minha esposa, carlos.mozar2@gmail.com manda foto bj
13/10/2018 21:02:52
Conto maravilhoso. Obrigado pela visita nos meus contos.
13/10/2018 20:22:44
Dizem mesmo que tudo que é bom vicia. Rsss. Excelente conto com narrativa deliciosa de ler. Conseguiu transmitir bem as sensações que nos acometem durante a transa anal. Parabéns. Grata pela visita. Bjs.
13/10/2018 20:06:52
Helo!! homem adora comer nosso cuzinho, meu marido podendo ta la conto 10 precisa falar mais!!!
13/10/2018 18:50:21
Adorei o conto, gostaria de ver as fotosEmail: luishenriquebdf3@gmail.com
13/10/2018 07:13:42
Sou do Rj e adoraria comer seu cuzinho gostoso. Tb sou casado
10/10/2018 23:48:50
Manda as suas fotos gostosa, principalmente desse cuzinho gostoso..phsantos85@hotmail.com
10/10/2018 21:01:44
Hmmm, delicia de conto!!! Parece que fui eu quem vivi tudo isso, comendo teu cuzinho... Que vontade de você, amor!!! Que venha mais histórias deliciosas como esta. Bjs
10/10/2018 18:52:07
Manda suas fotos pra mim, principalmente do seu cuzinho nataliciojuniorjunior@gmail.com
10/10/2018 18:15:31
Oi Helô. Obrigado pelo comentário em outro dia meus contos. Terminei de ler esse agora e gostei muito. E sim...vc tem razão. Sexo anal não é só questão de habilidade... é necessário ter a ferramenta certa para cada usuário...rsrs. Sei q as mulheres com quem já fiz anal nunca reclamaram nem saíram machucadas... só foi prazeroso e conseguimos gozar bastante. Em breve quero voltar a escrever e espero ver seu nome nos comentários. Um beijo meu amor...me escreva ale23ak47@hotmail.com




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